De acordo com o site Congresso em Foco, a deputada federal alagoana Rosinha da Adefal (PTdoB) está na lista dos que “solicitam” dos funcionários de gabinete que paguem 5% do que ganham para sustentar o partido, no caso o PTdoB. Evidente que a parlamentar – que é pré-candidata à Prefeitura Municipal de Maceió – precisar esclarecer tal fato e com urgência, em função de sua repercussão.
A prática da cobrança – conforme o Congresso em Foco – teria sido confirmada pelo próprio deputado Luís Tibé, que é de Minas Gerais. A ação, que ficou conhecida como “caixinha”, no entanto, chama ainda mais atenção por não ser prática isolada, nem de Rosinha da Adefal, muito menos do PTdoB. Há mais legendas que se utilizam de tal “contribuição” para sustentarem as instituições partidárias.
O PTdoB arrecada pelo menos R$ 5,3 mil por mês com a “caixinha”. Ao que parece, a prática sequer está no estatuto, mas é condição para o cargo por indicação. Mas, o fato chama mais ainda atenção por não ser uma prática isolada – nem de Rosinha, muito menos do PTdoB – já que outros partidos também estariam agindo da mesma forma. O PSC, por exemplo, exige 5%, conforme o Congresso em Foco. O Partido dos Trabalhadores também é apontado nas “cobranças forçadas”. Dirigentes petistas negam.
O PTdoB é organizado neste quesito com cobranças por boleto bancário e vão direto para uma agência bancária em Minas Gerais. Além de Rosinha e Tibé, há o deputado Lourival Mendes e seus funcionários. Que Rosinha da Adefal possa falar sobre o assunto em breve, afinal – em âmbito local – seu nome é o foco, evidentemente.
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