O deputado estadual João Henrique Caldas, o JHC (PTN), em conversa com este blogueiro, afirmou que o mandado de segurança que impetrou na Justiça para tentar impedir a eleição antecipada da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa (prevista para a tarde de hoje, dia 18) é uma ação isolada. “Não faço parte de grupo. Não conversei com ninguém sobre eleição. O mandado é uma ação preventiva isolada”, destacou.
De acordo com o parlamentar do PTN, ele deu entrada em um requerimento na própria Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas – endereçado à Mesa Diretora – para que a sessão seja adiada. “O requerimento tem por base o artigo 185 do Regimento Interno da Casa de Tavares Bastos, que coloca que é prerrogativa do líder pedir o adiamento por duas sessões. Como eu sou líder do PTN na Casa, dei entrada com o requerimento”, colocou.
Prevendo que seu pedido – possivelmente – não seja atendido na sessão desta tarde, o deputado estadual afirma ter entrado com o mandado de forma preventiva. “Caso seja descumprido o Regimento Interno, já entrou com o mandado de segurança para esta situação”, colocou ainda. JHC afirma não ter conversado com nenhum deputado estadual sobre as eleições internas da Casa.
Não houve diálogo – segundo ele – nem com oposição, nem com situação. Nos bastidores políticos, a informação é da existência de um grupo empenhado em não permitir que a eleição ocorra na tarde de hoje. Nas contas de algumas fontes, são pelo menos nove parlamentares que apostam em um mandado de segurança (outro) impedindo a realização da eleição. Ou ainda a possibilidade de – acontecendo eleição – anular o ato na Justiça.
Este grupo estaria sendo encabeçado por Judson Cabral. João Henrique Caldas negou – em entrevista a este blogueiro – fazer parte deste, como já frisado no texto.
Estou no twitter: @lulavilar
