Os países da zona do euro chegaram a um acordo para um reforço de 150 bilhões de euros ao FMI para ajudar os países com dificuldades econômicas e, com isso, tentar evitar o aprofundamento da crise financeira internacional.
Quatro países que não adotaram o euro - República Tcheca, Dinamarca, Polônia e Suécia - também também manifestaram "disponibilidade de participar do processo de reforço dos recursos do FMI", segundo comunicado divulgado ao final de uma teleconferência de ministros da zona do euro.
"O Reino Unido indicou que irá definir a sua contribuição no início do novo ano no âmbito do G20", acrescentou o comunicado.
Os ministros europeus se reuniram nesta segunda-feira para definir seus empréstimos bilaterais ao FMI.
Os países da zona do euro já haviam sinalizado na reunião de 8 e 9 de dezembro que iriam aportar 150 bilhões de euros, aos quais deveriam ser somados outros 50 bilhões vindos de outros países, totalizando um repasse de 200 bilhões de euros às reservas do FMI para ajudar as nações em crise.