De acordo com informações apuradas por este blogueiro, uma das dificuldades de conduzir processos dentro da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) para que esta consiga dar a resposta esperada pela sociedade em Maceió, tem sido os entraves burocráticos dentro da gestão do prefeito Cícero Almeida (PP). Isto porque o órgão está cada vez mais longe de ser uma autarquia e – consequentemente – cada vez mais dependente de decisões externas.

Um dos exemplos são os processos licitatórios que dizem respeito à manutenção dos semáforos e das lombadas eletrônicas. Vale lembrar que assim que assumiu o órgão, o superintendente José Pinto de Luna colocou que tais serviços eram pagos por indenização, por não existir contrato, nem ter sido feita licitação. Um erro administrativo grotesco da Prefeitura Municipal de Maceió, que já deveria ter sido corrigido.

Mas, por algum motivo, os processos ainda continuam travados na Procuradoria Geral do Município, conforme informações obtidas por este blogueiro. Este é um exemplo de algumas das ações travadas para que a SMTT consiga “funcionar melhor”. Além disto, a busca do “milagre” da multiplicação de agentes em escalas. Na prática, são pouco mais de 50 homens nas ruas, que não conseguem sequer da fluidez ao trânsito da cidade em horários de picos.

Campanha educativa? Bem, era uma constante em gestões passadas! Agora, sumiu de cena. Enquanto os problemas na pasta se avolumam, como os exemplos citados aqui, quem sofre é a sociedade. Por qual razão a lentidão na busca de soluções quando o assunto é SMTT? Bem, a resposta tem que surgir. Com a palavra o prefeito Cícero Almeida. Segundo soube, este já foi ponto de diálogo entre o atual superintendente e o gestor da capital alagoana.
 

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