A coordenação do Movimento de Combate à Corrução Eleitoral (MCCE) deve entrar com uma solicitação junto ao Ministério Público Estadual (MPE) – depois do recesso – para que o prefeito de Maceió, Cícero Almeida (PP), seja ouvido quanto às últimas declarações sobre o conselheiro Cícero Amélio, em função da auditoria realizada pelo Tribunal de Contas do Estado de Alagoas.
Almeida considerou que Amélio agiu de forma pessoal, em recente entrevista. Ele disse que chegou – inclusive – a ser procurado por um “emissário” do conselheiro. “É preciso cobrar uma posição para saber o conteúdo deste diálogo, se ele realmente existiu”, colocou o coordenador do MCCE, Antônio Fernando da Silva, o Fernando CPI.
Independente de quem o faça inicialmente, o questionamento faz sentido. Cicero Almeida ao falar de “cunho pessoal” na ação do TC contra a Prefeitura Municipal dá um tom de perseguição ou revanchismo. Ao menos é o que fica subentendido nas entrelinhas. É isso. Afinal, o que não se tem nessa discussão são “meninos ingênuos”. As palavras de Almeida são graves; aliás, gravíssimas.
O que queria o emissário de Amélio se é que ele existe? Que se esclareça!
Estou no twitter: @lulavilar