Apesar de o advogado do prefeito afastado de Traipu, Marcos Silva, garantir que seu cliente só se apresentaria depois do Habeas Corpus (HC) que o colocou em liberdade fosse publicado, o gestor compareceu a sede da Instituição da Polícia Federal em Maceió, no começo da noite desta quarta-feira (16). De acordo com a assessoria da PF, Santos assinou um termo cessão. O prefeito não foi ouvido já que o inquérito que apura desvio de recurso federais em Traipu foi remetido à Justiça Federal.
Felipe Lins, advogado do prefeito, disse a reportagem do Cada Minuto que Santos se colocou à disposição para eventuais esclarecimentos. A ida do prefeito à Polícia Federal foi determinada pelo desembargador José Maria de Oliveira Lucena, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), que concedeu o HC ao gestor. Santos e a esposa, Juliana Kummer, estavam foragidos desde o dia 20 de setembro, quando a PF deflagrou a operação Tabanga.
As investigações apontaram para um desvio de cerca de R$ 8 milhões de recursos federais na cidade.
