O presidente da Comissão de Serviços Públicos da Câmara de Maceió, vereador Paulo Corintho (PDT), se mostrou indignado com o possível erro médico que deixou a professora Gisela Patrícia Campos de Oliveira, 35 anos, em estado vegetativo após uma cirurgia para tratar varizes no Hospital do Açúcar.

Durante a sessão ordinária da Câmara desta quarta-feira (19), Corintho fez uso da tribuna para pedir respostas. Segundo ele, é inaceitável que a família da professora tenha que esperar três anos para ser noticiado o motivo que a deixou nesse estado.

“Observando as matérias publicadas nos meios de comunicação, vi que existem alguns pontos em abertos. É importante que o hospital não adote o corporativismo nessa situação. É uma vida que foi prejudicada, todos devem ser investigados ”, colocou.

Ainda em seu pronunciamento, o vereador assegurou que o caso não cairá no esquecimento e que a comissão vai cobrar uma solução e, consequentemente, punição para os responsáveis.

“Não vamos esmorecer diante de pressões políticas. Acreditamos no trabalho das autoridades e cumpriremos o nosso papel fiscalizador. Não é uma caça às bruxas, apenas queremos repostas”, pontuou o vereador.