A Superintendência Municipal de Limpeza Urbana (SLUM) – a pasta que foi investigada pelo Ministério Público no processo da “máfia do lixo”, que aponta o prefeito de Maceió, Cícero Almeida (PP) como um dos envolvidos direto – terá uma previsão de gastos, conforme a Lei Orçamentária Anual, de mais de R$ 155 milhões. O valor exato conforme peça enviada à Câmara Municipal de Maceió: R$ 155.298.260.
Este é um dos números que se encontram no Diário Oficial do Município do dia 14 de outubro, quando a Lei Orçamentária Anual foi publicada junto à mensagem encaminhada ao Legislativo municipal. Na lista, se mantido o que é previsto pelo orçamento, a Câmara Municipal de Maceió, por exemplo, terá um duodécimo de R$ 46.434.431.
A Secretaria de Comunicação terá uma previsão de gastos de R$ 18.765.750. Educação aparece com uma despesa fixada em R$ 269.151.989. A pasta da Saúde, uma das que possui maior volume em gasto, prevê R$ 428.060.917. O prefeito pretende ainda investir em Infraestrutura o montante de R$ 162.868.404. Para a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito, consta na LOA o valor de R$ 25.215.505 e para a Superintendência Municipal de Controle e Convívio Urbano, R$ 2.722.299.
A recém-criada Secretaria Municipal de Segurança tem uma previsão de gastos mais modestas de R$ 2.827.700, um dos menores orçamentos ao lado da Fundação de Ação Cultural, que é de R$ 3.237. 425. Para se ter ideia é gasto em segurança um valor bem próximo ao destinado ao gabinete do prefeito: R$ 1.286.509. E como nos outros anos, a pasta da Assistência Social ainda perde feio para a Slum. Enquanto a segunda tem uma previsão de gastos que ultrapassa os R$ 155 milhões, a Assistência Social terá R$ 33.614.534 para gastar.
O orçamento – evidentemente – foi feito por técnico e como ressalta a Prefeitura Municipal com audiências que colheram os clamores da sociedade (!?) Agora, como visto no post abaixo segue para aprovação na Casa de Mário Guimarães.
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