Dentro da própria Câmara Municipal de Maceió já surgem questionamentos quanto ao bloco suprapartidário formado pelo vereador Ricardo Barbosa (PT) e que abriga outros nove vereadores que integram os partidos da base do Governo Federal (em posto abaixo há a relação dos edis). Colegas que não integram a frente acreditam na possibilidade de um movimento meramente fisiológico.

Ricardo Barbosa – em release divulgado por sua assessoria de imprensa – parecia já prevê tais questionamentos, tanto que o bloco já nasceu negando esta acusação. Por que fisiologia? Ora, levanta-se a possibilidade de ser um agrupamento de 10 votos possíveis em questões que não estejam fechadas pela bancada governista. Sendo assim, uma brecha para diálogos com o Executivo em possíveis acordos.

Uma forma de fortalecer e pressionar. Mas, vale ressaltar, que o grupo nega e afirma que é uma formação política em torno dos interesses comuns que é a projeção – no âmbito municipal – dos interesses que fazem parte do governo de Dilma. Se fisiologia ou não, como afirmei em post anterior, quem dirá é o futuro...e não os bastidores. Esperemos e esperemos, até mesmo para saber como tal grupo vai se comportar quando estiver mais perto da tensão eleitoral.
 

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