O ministro italiano da Defesa, Ignazio La Russa, afirmou nesta terça-feira que a Otan, a aliança militar do Ocidente, pediu que a missão militar na Líbia dure mais três meses.
"A Itália ainda não decidiu, colocaremos as bases à disposição, mas a ideia é participar cobrindo parte das despesas com reservas do Ministério", disse La Russa, explicando a posição que deve ser tomada por Roma.
"É claro que não é certeza que a missão dure três meses, pode ser até menos", afirmou.
O ministro ressaltou que "a intervenção na Líbia também é um tema de enfrentamento político e ideológico".
A Itália colocou à disposição da Otan suas sete bases aéreas para a operação militar na Líbia, cujo objetivo, segundo os países responsáveis pela missão, é proteger os civis dos confrontos entre rebeldes e forças leais ao ditador Muammar Gaddafi.