O prefeito de São Luís do Quitunde, Cícero Cavalcante (PMDB), negou – pela primeira vez, em entrevista ao jornal Tribuna Independente – que vá aproveitar a brecha deixada pela emenda (já aprovada pela Câmara Municipal de Maceió) que cria o “vereador nômade”. Ele diz que sequer disputará uma nova prefeitura no Litoral Norte.

Ele diz que as divulgações não passaram de especulação. Bem, só uma dica: a especulação nasceu de setores peemedebistas que busca fazer cadeiras no Legislativo municipal. Nem o PMDB, nem o PSDB – grandes siglas - possuem vereadores em Maceió.

Ele diz ainda que no momento em que foi convidado pelo senador Renan Calheiros (homem mais forte do PMDB em Alagoas) ainda estava sem mandado e aguardava a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre sua situação. O foco de Cícero Cavalcante passa a ser as eleições municipais na cidade que comanda, mantendo seu grupo político no poder, com Eraldo Pedro.

Mas, a oposição lá se fortalece e promete entrar forte na disputa pela Poder Executivo de São Luís do Quitunde. Descartando a Câmara Municipal agora, Cícero Cavalcante começa a costurar sua ida para uma das cadeiras da Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas. Atualmente, o PMDB possui lá na Casa de Tavares Bastos, os deputados Olavo Calheiros, Flávia Cavalcante (filha dele) e Luiz Dantas.

Em todo caso, há quem ressalte que há uma preocupação do prefeito em ter um cargo público em função dos problemas que enfrenta com as denúncias feitas pelo Ministério Público Federal e Estadual. Quem se lembra de operações da Polícia Federal, vai lembrar também do peemedebista...
 

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