O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) entrará hoje, 31, com uma representação solicitando uma investigação na suposta fraude da eleição para o aumento do número de vereadores de Maceió. O MCCE entende que esse aumento pode ser ilegal.

Para o presidente do MCCE Antônio Fernando só a possibilidade de fraude já é inaceitável. “A população de Maceió não merece esses políticos. Eles não fazem nada pelo desenvolvimento da cidade. A Câmara de Maceió não passa de uma caixa de Pandora com algumas exceções”.

O projeto aumenta de 21 para 31 o número de vereadores na Câmara e foi aprovado por 14 a 6, no primeiro momento, no plenário da Câmara, na última terça-feira, 23. O argumento utilizado pelos que defendem a ideia é a representatividade e não a existência de um possível aumento no duodécimo da Câmara, que hoje está em mais de R$ 40 milhões.


Os vereadores, que, na teoria, prometeram ser contrários foram: Oscar de Mello (PP), Silvana Barbosa (PT do B), Silvo Camelo (PV), Teresa Nelma (PSB), João Luiz (DEM), Galba Novaes (PRB), Fátima Santiago (PP) e Heloísa Helena (Psol). Com o resultado, foi questionado, também, uma possível fraude na condução dos trabalhos.