O presidente da Câmara Municipal de Maceió, Galba Novaes (PRB), destacou – em entrevista a este blogueiro – que a eleição para a aprovação do projeto de alteração da Lei Orgânica, que aumenta o número de vereadores na Casa de Mário Guimarães não teve “fraude”. De acordo com o vereador, não existiu cédulas a mais.

Ele garantiu a lisura do processo e ainda lembrou que os fiscais foram justamente os contrários a aprovação do projeto: Tereza Nelma (PSB) e Silvânia Barbosa (PTdoB). Nos bastidores – entretanto – segue o mistério em relação às sete cédulas com o número 31 inscrito. Uma delas é do próprio Novaes, que confirma ter votado pela manutenção dos 21 vereadores.

Para Galba Novaes houve um ato de “mau-caratismo” de alguém que mudou o voto de “última hora”; e não teve a coragem de assumir, ainda tentando ludibriar a opinião pública com a história das cédulas. Mesmo assim, o presidente encaminhou o pedido de apuração para a Procuradoria Geral da Câmara Municipal de Maceió. O presidente afirma todo o interesse de esclarecer a polêmica.

Heloísa Helena (PSOL) – na manhã de hoje, dia 25 – destacou a possibilidade de fraude. Ela salientou a história das cédulas as mais e frisa a mesma indagação: “como é possível sete números 31 fora da urna e apenas seis 21 terem sido depositados”. A polêmica da votação segue na Câmara Municipal.

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