O presidente da Federação Alagoana de Futebol, Gustavo Feijó, foi o entrevistado do Programa Conversa de Botequim, apresentado pelo jornalista Plinio Lins e falou sobre futebol alagoano, política no interior, homossexualismo no futebol e outros temas.

Gustavo não se furtou a falar sobre qualquer tema e o primeiro deles foi relacionado ao fato de Alagoas não ser uma das sedes da Copa do Mundo, o presidente da FAF explicou os motivos e fez duras críticas a Rede Hoteleira e de restaurantes em Alagoas, que ele classificou como fraca e insuficiente para receber um evento do porte da Copa do Mundo.

Sobre o futebol alagoano Feijó disse que os dirigentes do CSA precisavam ter menos vaidade, mas ainda assim ele elogiou a gestão de Jorge VI dizendo que ele fez melhorias ao time e que se não tem ninguém melhor para assumir todos deveria se unir em torno dele.

Já a direção do CRB com Marcos Barbosa, Feijó foi só elogios e disse ainda que ajuda o CRB como pode, até mesmo com dinheiro. Em relação ao alvirrubro ele explicou que tem muitas esperanças que o time alcance a Série B no ano que vem e se junte ao ASA, que segundo ele seria um exemplo para os times da capital.

Boca da Mata

Gustavo confirmou ainda que é sim candidato a prefeitura de Boca da Mata, disse que tem números de pesquisa que o coloca muito bem e explicou que política no interior é uma guerra e ele está preparado.

“Fui do grupo que apoiou a atual gestão e hoje estou na oposição, por acredita que posso fazer melhor pela cidade, não tenho nada pessoal contra o atual grupo e vou precisar da usina caso se confirme minha eleição” explicou ele

Gustavo é filiado ao PDT e disse que espera contar com o apoio de Ronaldo Lessa, que foi seu candidato ao governo e ele classifica como favorito na disputa da prefeitura de Maceió.
Federação

Sobre sua sucessão na FAF Gustavo foi claro ao dizer que o nome de Eurico Beltrão é muito bom,, mas que outros ainda podem aparecer.

No final Gustavo não se furtou a responder perguntas polêmicas, como a relacionada a homossexualidade no futebol.

“Se o cara joga bem, que mal tem ele ser gay ou não” explicou o presidente da FAF

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