O ex-deputado estadual João Beltrão (PRTB) espera – com a totalização de seus votos –apenas a emissão para a diplomação pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AL). Entretanto, o presidente do Tribunal, Orlando Manso, salientou que Beltrão não pode comparecer na Corte, pois será preso, uma vez que existe o decreto de prisão expedido pelos juízes da 7ª e 17ª Vara Criminal, em relação à execução do cabo Gonçalves, em 1996.

Porém, Beltrão – antes de foragir – já sabendo de sua situação, deixou procurações com familiares. A informação foi confirmada – por telefone – pelo advogado eleitoral Marcelo Brabo, que acompanha o caso do ex-parlamentar na Justiça Eleitoral. Brabo não trata da acusação do crime de mando. Esta questão é com o advogado de defesa do ex-deputado estadual, José Fragoso.

Mas, reconhece a condição de foragido de seu cliente e ressalta que com as procurações, a situação será discutida com a família para saber quais procedimentos serão adotados. Beltrão só pode ser diplomado – ele mesmo, sem ser por procuração – caso consiga um habeas corpus, já que sem o mandato não possui a imunidade parlamentar. Como as procurações já estão assinadas em mãos, fica cada vez mais próximo o retorno de Beltrão. A estratégia será decidida em família, explica Brabo!

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