De acordo com o presidente estadual do PSOL, Mário Agra, na próxima terça-feira, dia 09, a agremiação entrará com o pedido de cassação do vereador Ricardo Barbosa (PT) por infidelidade partidária. Barbosa se desfilou do PSOL alegando grave discriminação sofrida por parte do partido e chegou a trocar farpas com o presidente Agra.

Ricardo Barbosa – ao decidir sair – estava sendo analisado por um processo em andamento no Conselho de Ética do partido; que provavelmente resultaria em sua expulsão. Com a saída antecipada, o processo interno do PSOL perdeu o objeto. Porém, segundo Agra, o Conselho de Ética orientou o partido no pedido do mandato, que – na visão do PSOL – pertence à legenda.

Mas, é mais um problema a ser administrado por Barbosa depois da crise interna vivenciada pelo PSOL, que resultou em sua saída. “Acatamos a decisão unânime da Comissão de Ética, que é formada por sete membros de Estados diferentes”, salientou ainda Mário Agra, defendendo que não há perseguição contra o edil neo-petista.

Na próxima quarta, Agra será ouvido ainda Justiça Eleitoral em relação a uma consulta feita por Ricardo Barbosa no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AL), antes de sair do partido. O objetivo da consulta era a permanência do mandato, mesmo diante da desfiliação do PSOL. Agora, abre-se um novo capítulo na novela da crise interna do PSOL: a busca pelo mandato de Ricardo Barbosa.

O petista Ricardo Barbosa alega que foi forçado a deixar do partido em virtude da descriminação sofrida nas instâncias internas do partido.
 

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