promotor José Carlos Blat pedirá pena de nove a 21 ano a Oscar Maroni, dono da boate Bahamas, no processo em que ele é réu por formação de quadrilha, exploração de casa de prostituição e tráfico interno de pessoas. O Ministério Público apresentou as alegações finais no processo
A informação é da coluna Mônica Bergamo publicada na edição da Folha deste sábado (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
De acordo com a coluna, a defesa de Maroni apresentou um pedido para que o processo dele seja julgado com celeridade, baseado no que diz o Estatuto do Idoso. O empresário tem mais de 60 anos.
Maroni chegou a ficar preso pouco mais de um mês em 2007 sob a acusação de favorecimento e exploração da prostituição, formação de quadrilha e tráfico de pessoas por causa do concurso Miss Garota de Programa, que oferecia prêmio de R$ 20 mil, viagem a Las Vegas (Estados Unidos) e divulgação à vencedora. Ele também foi preso em 2009 sob a suspeita de coação de uma testemunha no curso de um processo.
A boate Bahamas foi interditada pela prefeitura em julho de 2007, que cassou o alvará de funcionamento da casa. No mesmo mês, a prefeitura também lacrou o hotel do empresário, alegando que o projeto e o fim comercial do edifício não condiziam com os documentos aprovados para a obra. Em março, a Justiça determinou a demolição do hotel.