O governo deve colocar em pauta no segundo semestre uma mudança das regras que regem o mercado de aviação nacional e, com as alterações, abrir a possibilidade para empresas aéreas totalmente estrangeiras no País, segundo reportagem da Folha de São Paulo desta terça-feira. Hoje, o limite de participação para sócios internacionais no setor é de 20%, percentual que deve ser alterado para 49% com a mudança, com a possibilidade de totalidade das ações na mão de estrangeiros, se o negócio for de interesse nacional e inclua tratados com outros países.
Mudanças no setor já haviam sido debatidas pelo Executivo, mas estão paradas no Legislativo atualmente. As tratativas com o congresso devem ficar sob responsabilidade da Secretaria de Aviação Civil (SAC), criada neste ano pelo governo para lidar com os problemas do setor de aviação.