Dentre tantos alegados e especulados, o verdadeiro motivo da renúncia de seis vices-presidentes do CSA foi revelado. Segundo o presidente do Azulão, Jorge VI, eles pediram a cabeça do vice-presidente de Futebol Profissional, Cícero Eugênio. Essa é a condição de eles continuarem nos cargos.
De acordo com Jorge VI, houve uma reunião, ontem à noite, com Gustavo Dacal (vice jurídico, que já havia renunciado) e Luciano Sampaio (vice geral), quando eles revelaram que o motivo é a presença de Eugênio no futebol do clube, por não concordarem com a forma de ele trabalhar ofutebol do CSA. Inclusive, quando Dacal renunciou, já havia dito que não concordava com a forma em que estava sendo conduzido o Departamento de Futebol.
Diante desse imbróglio, Jorge VI disse que se eles não têm tempo e se estão insatisfeitos no clube que podem renunciar. "Eles são azulinos de coração. Agradeço a todos eles, mas o CSA não pode ficar com dirigente que não vai ao clube, que passa dois a três meses semir ao Mutange", afirmou Sexto.
No entanto, o presidente azulino disse que até que tudo seja confirmado, todos continuam nos seus cargos. Disse, também, que vai conversar com Cícero Eugênio sobre essa situação, pois não tinha conseguido falar com ele ainda. "Eu não queria expor isso, mas como vocês da imprensa descobriram, eu tive que me pronunciar", explicou Jorge VI, em entrevista à Rádio Correio.
Como detalhe, os vices-presidentes que podem renunciar são: Luciano Sampaio (geral), Hugo Moura (social), Marcondes Alberto (administrativo), Marcelo Bibiano (financeiro), Luiz Gutemberg (médico) e Max Mendes (marketing). Neste caso, só ficariam no Mutange, além de Cícero Eugênio, o vice de Patrimônio, Adão dos Santos, e o de Futebol Amador, Eugênio dos Santos (irmão de Cícero).
