O ex-governador de Alagoas, Ronaldo Lessa (PDT), revelou ao Portal Cadaminuto que já aguardava a decisão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que determinou a anulação da sentença que acarretaria em uma pena de um ano e quatro meses de prisão.
Lessa disse também que espera que seja dada pela imprensa alagoana a repercussão natural à decisão do Tribunal. “Quando eu comentei na imprensa que a decisão do juiz era equivocada as pessoas não acreditaram e a anulação só reforça o que defendi e afirmei por diversas vezes”, frisou, ressaltando que no primeiro momento aconteceu um equívoco do magistrado em decidir pela prisão.
A sentença de um ano e quatro meses determinada pelo juiz da 1ª Vara Federal, Guilherme Masaiti Hirata Yendo, incluía ainda o pagamento de R$ 50 mil de indenização ao magistrado Celyrio Adamastor, que moveu ação.
Lessa chamou o juiz, que na época era titular da 1ª Zona eleitoral, de ‘ladrão e corrupto’, após uma sentença de pedido de cassação do vereador Paulo Corintho, em 31 de dezembro de 2004, pelo crime de compra de votos durante as eleições.
PDT
No último dia 21, a executiva do PDT encaminhou à Câmara de Maceió uma resolução recomendando que toda a bancada da Casa demonstrasse apoio às iniciativas do Poder do Executivo Municipal. Sobre o assunto, Lessa, que é presidente do PDT em Alagoas, confidenciou que as conversas entre Almeida e ele foram intermediadas pelo Senador Renan Calheiros (PMDB).
“O senador foi de fundamental importância para a reaproximação, a participação com o ‘dedo’ dele resultou em um entendimento e, além disso ,já no do fim período eleitoral, em 2010, já se desenhava essa possibilidade e agora garantimos apoio total até o fim do mandato”, garantiu o ex-governador, frisando que Almeida fez uma boa gestão nesses últimos anos.
