O ex-deputado federal João Caldas (PSDB) comentou a ação que é movida na Justiça Eleitoral na tentativa de tirar o deputado estadual João Henrique Caldas, o JHC, da Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas. JHC, que é filho do ex-parlamentar, assumiu a cadeira depois do falecimento de Almir Lira (PRTB). O outro deputado de sua coligação é Arnon Amélio (PRTB), que se encontra na cadeira em função do processo que João Beltrão (PRTB) respondia em virtude da Lei Ficha Limpa.

Com a queda da lei e o retorno de Beltrão ao parlamento alagoano, Arnon Amélio terá que deixar a Assembleia Legislativa. Porém, ele pode retornar, caso JHC perca o mandato em uma ação que o acusa de abuso de poder econômico. Para João Caldas, o filho está sendo vítima de “manobra”. “Não há outra palavra para ser usada que não esta: é uma manobra”.

João Caldas ainda colocou que JHC tem sido “vítima de todo tipo de especulação”. Ele se refere à discussão iniciada na época em que havia dúvidas sobre a suplência ser da coligação ou do partido. O deputado federal ainda arremata: “o trabalho dele deve está incomodando”. Este blog ouviu Caldas por ter citado a “história em andamento nos bastidores políticos” em post anterior.

Uma coisa é fato: a campanha de JHC – em 2010 - enfrentou acusações sérias e foi de “uma campanha de porte”. Algumas até de suposto ‘calote’, como noticiado no Cada Minuto na época. A acusação fala em “mega-eventos” realizados no interior do Estado. Porém, nesse jogo bruto da política, quem menos anda, voa! Melhor, dizendo: o poderio econômico de vários candidatos sempre desfilaram abertamente em épocas de eleições. Os próprios inquisidores podem ter usado das mesmas armas, caso estas tenham sido usadas. Mas, com a palavra a Justiça!

 

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