O tema Segurança Pública em Alagoas voltou a ser discutido na Assembleia Legislativa (ALE), na tarde desta terça-feira (19). Mais uma vez, os parlamentares cobraram mais investimentos na área e criticaram a atuação do Conselho de Segurança Pública do Estado.

“É um absurdo o conselho não conceder segurança ao coronel reformado Pimentel, um dos responsáveis pela prisão da gangue fardada. Hoje, vivendo com medo em outro estado, já que está ameaçado de morte”, relatou Gilvan Barros (PSDB) classificando a segurança pública de Alagoas como um "tremendo abacaxi’’.

O deputado Sérgio Toledo (PDT) fez coro às declarações de Barros relatando que o conselho perdeu o foco. “Se observa hoje que o conselho perdeu seu caminho, eles deveriam elaborar projetos e cumprir sua funções e não ficar vigiando as assessorias”, destacou Toledo.

Jeferson Morais (DEM) parabenizou o governo pelas alterações promovidas no funcionamento do Conselho Estadual de Segurança, ressaltando ainda a iniciativa do deputado federal João Lyra (PTB) que, segundo ele, teria pedido ao governo federal a instalação de Unidades de Polícias Pacificadoraas (UPP's), cuja experiência exitosa no estado do Rio de Janeiro, ganhou notoriedade nacional.

Após críticas de Morais ao conselho de segurança, o decreto 11.225 transferiu o controle do Fundo Especial de Segurança Pública para uma comissão presidida pelo Secretário de Defesa Social, enquanto o Decreto 11.226 ampliou de 11 para 14 o número de integrantes do Conselho de Segurança.

Líder de Governo

O deputado Edval Gaia (PSDB) relatou ao presidente da ALE Fernando Toledo (PSDB) que aceitou o convite do governador Téo Vilela Filho para assumir a liderança do executivo na Casa. A função de vice-líder será exercida por Joãozinho Perreira (PSDB).