Quando um jogador de futebol recebe um convite para jogar em um time fora do país ele passa a ocupar uma vaga destinada a estrangeiros, a menos que ele se torne um jogador comunitário, ou seja, obtenha a cidadania do país onde está competindo. “Os clubes estrangeiros tem uma quantidade máxima de vagas disponíveis para imigrantes”, afirma Paulo Padovani, diretor da Agenzia di Paulo Padovani, especializada em processos de dupla cidadania italiana, que já realizou alguns processos de pedido para jogadores de futebol.

 

“Para que possam importar mais jogadores, precisam que alguns se tornem também cidadãos daquela nação, como, por exemplo, os jogadores Roberto Carlos e Ronaldinho Gaúcho, que receberam a cidadania espanhola e, com ela, o direito de atuar como jogadores espanhóis”, explica.