Operado no fim do ano passado, Conca voltou a campo há pouco mais de 15 dias. Depois de uma recuperação mais rápida do que o departamento médico esperava, o argentino seguiu cortando etapas dentro das quatro linhas: três dias depois, já era titular; mais três dias, disputava o clássico com o Botafogo e, passadas outras 72 horas, lá estava o argentino na estreia do Flu na Libertadores.

Neste sábado, contra o Boavista, terá sua primeira decisão desde o fim da temporada triunfante em 2010. Apesar da expectativa da torcida, o argentino lembra que ainda não o ritmo do ano passado.

- Estou bem melhor. Mas tenho que ter calma, estou procurando melhorar, mas sempre soube que não seria fácil. Por isso estou trabalhando, como todos aqui. Todos são profissionais e sabem o valor do dia a dia para fazer sempre o melhor. Procuro ser assim para me sentir bem em campo e ser feliz - comentou.

Desde então, Conca ainda não conseguiu fazer uma grande apresentação com a camisa tricolor. Mas o argentino, à melhor maneira Muricy Ramalho, diz que não se importa com as cobranças, e que seu foco está mesmo no seu ''trabalho'' para chegar à forma ideal.

- O que eu fiz ano passado aumenta a cobrança. Todo jogador que vestir essa camisa será cobrado. Minha preocupação não é em relação a isso, e sim em trabalhar e ajudar todo o time - disse o apoiador, que garante que a disputa da Libertadores não desmerece a decisão pelo estadual.

- Será muito difícil e temos que pensar somente nisso. Queremos ganhar títulos independente do campeonato. Por isso, damos muita importância a esse jogo - completou.