A matemática do Inter é simples. São quatro estrangeiros no elenco, Guiñazu, D''Alessandro, Cavenaghi e Bolatti, e três vagas para os gringos em partidas válidas por competições nacionais. Um sobrará, lógico. Qual deles ainda é uma incógnita.
Guiñazu é o que tem mais tempo de Berai-Rio. O volante chegou ao clube em 2007. Idolatrado pela torcida, ele mostra tranqüilidade ao tratar do assunto e da possibilidade de "sobrar" em algumas partidas.
"Acordo todo dia agradecendo a Deus a chance de acordar e vir para o treino. Depois depende de mim treinar e jogar. Me cobro muito. Estou sempre preparado", iniciou a explicação. "Ninguém gosta de ficar de fora. Temos que aceitar as coisas. Claro que não é fácil para ninguém. Estou orgulhoso e estou feliz. Se tiver que ficar de fora e ficar torcendo, eu vou ficar", opinou.
Celso Roth até o momento só pensa nesse problema, mas sua solução ainda não precisa ser imediata, há alguns dias para maturar, pois Cavenaghi e Bolatti ainda não possuem condições legais de jogo.
O primeiro deverá estrear domingo, contra o Pelotas, no Beira-Raio. O segundo, mesmo sem ritmo de jogo, deverá atuar pela primeira vez pela equipe colorada diante do Emelec, dia 17, pela Libertadores, onde não há limites de estrangeiros.