O impasse entre o governador Teotônio Vilela Filho e a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) continua. No fim da noite desta terça-feira (11), a assessoria da casa confirmou que a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) será adiada. Os parlamentares desejam o aumento do duodécimo da Casa de Tavares Bastos; já o Poder Executivo defende o congelamento do repasse.
Em entrevista ao Jornal Tribuna Independente, o presidente da Comissão de Orçamento e Finanças da Casa, deputado Gilvan Barros (PSDB), destacou que até o momento as negociações com o Governador não avançaram, com isso gerando atraso na apreciação dos valores, “Não ficou nada definido as negociações não avançaram e a votação que seria nesta quarta-feira, deverá ser cancelada”, afirmou o parlamentar na entrevista.
O deputado estadual Rui Palmeira (PSBD), usou sua página pessoal do micro blog twitter, para criticar a postura adotada pela mesa diretora da ALE. “A sessão que iria votar o Orçamento no dia de hoje (12), foi adiada mais uma vez. A questão é a seguinte: a Mesa Diretora, pra variar, quer mais dinheiro, e o governo está, felizmente, se negando a conceder esse reajuste injustificável”, defendeu Palmeira, destacando ainda que se o impasse continuar, a apreciação dos valores deverá ser realizada na próxima legislatura.
A Mesa Diretora da ALE defende o aumento do repasse do duodécimo de R$ 119,5 milhões para um valor acima de R$ 125 milhões de reais.

