O ex-sacerdote boliviano José Mamani Ochoa, de 50 anos de idade, foi condenado a 22 anos de prisão ao ser declarado culpado pelo abuso de 19 crianças e jovens de um albergue da cidade central de Cochabamba, informou a imprensa nesta sexta-feira.

Mamani cometeu o crime contra menores entre cinco e quinze anos, e, além disso, falsificou documentos para simular permissões como tutor, publicou o jornal "Los Tiempos de Cochabamba" nesta sexta.

Segundo as acusações, Mamani cometia abusos cotidianos e também usava as crianças para cuidar dos veículos das pessoas que assistiam às suas missas, por isso também foi denunciado por exploração infantil.

A Defensoria da Infância e Adolescência disse que apelará e pedirá uma condenação superior a 30 anos.