O nome do novo presidente da Assembleia Legislativa ainda não está definido, mas uma movimentação mais efetiva dentro do PSDB e do DEM, partidos do governador Teotônio Vilela Filho e de seu vice José Thomas Nonô e que terá a maior bancada da Casa, deu um grande passo para que isto aconteça.

Os partidos comunicaram ao governador, por meio dos deputados Gilvan Barros, Joãozinho, Jefferson Moares (DEM) e Inácio Loyola que marcharão unidos em prol de uma candidatura única e que a primeira decisão do grupo se dá pelo fato que o candidato não será o atual presidente e “companheiro” de partido Fernando Toledo.

Os quatro cavaleiros do PSDB e DEM já disseram ao governador que contam com os votos suficientes para colocar dois deles na Mesa, sendo um na presidência e outro na primeira secretaria, entre estes votos os de deputados que hoje compõem o grupo de Isnaldinho Bulhões.

O acordo entre os quatro, passa pela indicação de Olavo Calheiros para o Tribunal de Contas e isto irritou ainda mais o atual presidente Fernando Toledo que sonha com a vaga e teria dito nos bastidores que poderia inclusive votar contra o candidato dos “quatro amigos” se este acordo vingasse.

Além de Olavo o grupo indicaria o cargo de vice-presidente a outro deputado do grupo de Isnaldinho, cujo nome é guardado em sigilo e daria o resto da composição aos deputados que lideram pequenos grupos como Marcos Barbosa e Antonio Albuquerque.

Do governador os quatro ouviram que Téo espera um consenso, mas um deles disse ao Cadaminuto que o Palácio não vai aceitar que Marcelo Victor, um dos mais fortes apoiadores de Toledo , fique novamente com a chave do cofre.Agora é aguardar para ver.