Dois sócios do Fluminense, Carlos Eduardo Rangel de Moura e José Adhemar Arraes Filho, entraram com um requerimento no Ministério Público do Rio por conta de uma suposta irregularidade na listagem de eleitores do clube carioca.

Segundo levantamento feito pelos dois torcedores, a lista de 2010 tem 1800 nomes a mais do que a do ano passado, sendo que 400 pessoas estão comprovadamente mortas.

Os candidatos à presidência do clube dizem apoiar o monitoramento do órgão nas eleições, que ocorrem no fim de novembro.

" Eu apoio por ter sido bem demonstrada a fragilidade do sistema. Acho que o ideal seria, por bem, criar uma comissão mista, para ficar responsável pelo sistema da eleição. Ela deveria não só monitorar os falecidos, mas também essa loucura que está ocorrendo, que quase todas as mensalidades constam em aberto, apesar de estarem em dia", declarou Peter Siemsen.

Julio Bueno também foi claro em seu apoio ao Ministério Público.

"Consideramos que a fiscalização por parte de órgãos competentes, como já ocorreu em eleições presidenciais em outros grandes clubes - a exemplo do Vasco da Gama, quando elegeu Roberto Dinamite -, é fundamental para assegurar que a decisão do eleitor tricolor seja realmente soberana", disse em seu site.