A suspeita é de que a quadrilha atuasse na fraude de licitações de obras de engenharia e pavimentação asfáltica, cujos recursos eram provenientes de convênios firmados entre municípios da região do Vale do Araguaia e o Governo Federal. Os prejuízos aos cofres públicos, de acordo com estimativa da CGU, podem ultrapassar R$ 38 milhões.
Os suspeitos poderão responder por peculato (crime praticado por funcionário público contra a administração), corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, fraude em licitação, falsidade ideológica e advocacia administrativa, entre outros crimes.