Nesta sexta (18) a Diretoria de teatros do Estado de Alagoas apresenta uma programação variada dentro das comemorações pelos 100 anos do Teatro Deodoro.
A programação começará às 17:30h com a apresentação do espetáculo de teatro “Meu Pé de Fulô”, da Cia da Meia Noite, que acontecerá na Praça Deodoro, aberto ao público.
“Meu Pé de Fulô”, espetáculo infantil contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2008, uma readaptação no texto de Paulo Sarmento, pois, apesar da integridade total do texto, novos elementos foram incorporados a trama, uma trilha sonora original regionalista criada cena a cena, animações e cenários virtuais em preto e branco relembrando os desenhos da literatura de cordel, onde pontuam tempo e espaço, além da alusão ao teatro mambembe, ao teatro de animação e a mistura multifacetada dos gêneros: Teatro e Audiovisual, uma deliciosa brincadeira.
A programação segue à noite a partir das 19h com a entrega da Comenda Mérito dos Palmares entregue pelo Governo do Estado a diversas personalidades. Em seguida haverá apresentação do espetáculo de dança afro: “Oní Xé a Àwuré”, de Edu passos premiado pelo Ministério da Cultura, através, do Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras, sendo o único na região nordeste, e que consistiu na realização de oficinas de dança afro em duas escolas públicas de Maceió, com 22 jovens. Oní Xé a Àwuré é resultado desta iniciativa. A entrada será por meio de convites.
No sábado
A programação comemorativa pelo centenário será encerrada neste sábado (20) com apresentação, a partir das 20h, do espetáculo “Lua Cambará”, da Cia Ária Social, de Pernambuco, com ingressos a R$ 20,00 e R$ 10,00, à venda na bilheteria do Teatro Deodoro.
Baseado num conto da tradição oral, a história de Lua Cambará ganha nova montagem pelo Ária Social (PE), na comemoração dos vinte anos de estréia da ópera-balé.
Com música interpretada ao vivo por bailarinos que dançam e cantam como na tradição grega e do teatro popular, o espetáculo assombra pela revelação de beleza, fascínio e poder da história que narra. Tendo como argumento o texto original de Ronaldo Correia de Brito – trabalhando em parceria com Assis Lima – e a música de Antonio Madureira, a nova montagem com quarenta jovens veicula dança, música e interpretação numa mesma linguagem cênica.
