Apesar da veiculação de matérias no Estado e na Folha de São Paulo explicando que o governador Teotônio Vilela Filho não se manifestou em relação a criação de um imposto nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta pelo Senado em 2007 o governador de Alagoas disse ao Cadaminuto por meio de sua assessoria que seguirá a orientação de seu partido o PSDB sobre a questão.
Os dirigentes tucanos já se manifestaram ontem mesmo contra a criação do novo tributo, que foi defendida abertamente pelo PSB do governador pernambucano Eduardo Campos e pelo presidente de honra do PT José Eduardo Dutra em sua página pessoal no twitter.
Um levantamento feito pelo jornal Estado de São Paulo apontou apenas seis governadores de oposição contra o imposto, e todos de siatuação a favor.
“É um sacrificiozinho muito pequeno para cada brasileiro em nome de um grande número de brasileiros que precisa dos serviços de saúde e precisa que esses serviços sejam de qualidade”, afirmou o governador reeleito do Ceará, Cid Gomes
Já o PSDB por meio do governador de São Paulo Geraldo Alckmin explicou que o mais urgente é discutir o modelo tributário de maneira mais ampla e não ficar criando novos impostos.
