Mesmo ainda comemorando a conquista do Campeonato Alagoano da Segunda Divisão, neste domingo (24), a diretoria do CSA deve começar esta semana os acertos para a liberação de três jogadores que já encerraram as suas participações na equipe, após a Segundona do Estadual.

O zagueiro Toninho e os atacantes Wellington (este que sequer foi aproveitado no time) e Paulinho Macaíba devem deixar o Azulão ainda nesta semana, tão logo acertem sua situação com o clube do Mutange. Os três atletas finalizaram suas participações na equipe, nesta temporada, uma vez que nenhum deles poderá disputar o Campeonato do Nordeste, cujo próximo jogo, na retomada da competição, será realizado no dia 17 de novembro contra o ABC-RN.

"Vamos conversar com os jogadores para poder então liberá-los", afirmou o vice-presidente de Futebol Profissional do Azulão, Cícero Eugênio, acrescentando que na reunião desta terça-feira, da diretoria azulina, muita coisa deverá ser definida. Sobre o título da Segundona, Eugênio falou: "Estou aliviado. Nunca me senti tão leve assim em toda a minha vida".

Quanto à reapresentação do time azulino, está programada para esta quarta-feira (27) pela manhã, no Mutange, quando será definida a programação do elenco para esses longos dias que antecedem ao jogo do dia 17, contra o ABC, no Estádio Rei Pelé, pelo Nordestão.

Utilidade pública

No início da semana passada, vereadores aprovaram o projeto que confere ao CSA a Lei de Utilidade Pública, de autoria do vereador Sílvio Camelo (PV). Segundo ele, a lei é uma ferramenta jurídica que concede benefícios às entidades que com ela são agraciadas. Desta forma, o CSA poderá elaborar projetos para o futebol e outros esportes, para as categorias de base, recebendo recursos do governo federal, estadual ou municipal. Poderá, ainda, solicitar da Prefeitura de Maceió a isenção do IPTU.

Agora, o projeto segue para a sanção do prefeito de Maceió, Cícero Almeida. "Faço um apelo para que ele sancione o mais rápido possível", disse Silvio Camelo, acrescentando que para criar esse projeto foi necessária a autorização expressa do representante legal do CSA, no caso, o presidente Jorge VI. "Ele achou ótima a ideia e autorizou".