Uma grande confusão aconteceu na tarde de hoje, na Praça do Skate, Ponta Verde, quando uma guarnição do 1°Batalhão da Policia Militar, atendendo uma denúncia da coligação de Ronaldo Lessa deteve um assessor da coligação de Teotônio Vilela, identificado como Fabrício, o levando à Polícia Federal sob suspeita de compra de votos.
Ao chegar à PF os advogados da coligação de Teotônio Vilela comprovaram, por meio de notas fiscais e recibos, que o dinheiro era para pagar funcionários e motoristas de ônibus que participaram da caminhada e foram liberados. Só que o PSDB acusou os policiais militares de terem agredido uma assessora da coligação, identificada como Ceiça.
A assessora prestou queixa formal e passou por exame de corpo de delito no IML, que comprovou uma pancada no braço. Em nota oficial, o PSDB acusou o Coronel Marinho, ex-diretor do Detran no governo Ronaldo Lessa de ser o responsável pela agressão.
Em entrevista ao Cadaminuto o coronel Marinho negou as denúncias e disse que estava no lugar a paisana, com sua filha de oito anos e que não foi autor das denúncias e nem tampouco participou da ação dos militares.
“Eu estava a paisana com minha filha quando passei no local, não comandei nem participei de nada, apenas fiquei acompanhando de longe o que acontecia, como sou assessor do ex-governador Lessa me viram e ligaram o fato a minha pessoa” explicou ele.
O coronel Marinho explicou que ainda não decidiu se acionará o PSDB juridicamente pela nota, já o partido disse que irá até as “últimas conseqüências” para defender sua assessora.
