O anúncio de uma nova ação, contra Rosinha da Adefal (PT do B), não abala a confiança do partido – com relação à legitimidade de sua candidatura. Isso porque, além da coligação ter desistido de seguir adiante, com a ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o partido argumenta que para qualquer recurso - processual eleitoral – existe um prazo.


“O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) publicou o edital de requerimento da candidatura da vereadora no dia 05 de julho. De lá para cá, já extrapolou todo o prazo limite, para requerer qualquer tipo de impedimento – contra a sua candidatura”, declarou o presidente estadual do PT do B, Marco Toledo.


Para isso, o advogado ressalta que a desistência da chapa gerou o arquivamento do processo, contra a sua candidata. “Ao tomar conhecimento desta nova investida, desta vez, de forma pessoal, eu procurei me informar e descobri que trata de um agravo regimental proposto pelo candidato Maurício Quintella (PR)”, garante.


No entanto, Toledo ressalta que mesmo sem o processo estar arquivado ou se o deputado tivesse o prazo ‘a seu favor’ o processo poderia não ser julgado. “Como eu já salientei, o Ministério Público Federal (MPF) não teria interesse no caso: ele não é de ordem pública. A vereadora não sofre nenhum impedimento legal, para disputar ao cargo”, se confia.