Em torno de 400 pessoas permanecem deslocadas nesta quinta-feira na periferia norte e sul da capital argentina devido à cheia do rio da Prata, enquanto o prognóstico de chuvas ameaçava agravar a situação, informaram as autoridades.

Colégios, centros comunitários e esportivos servem de abrigo provisório a moradores de Quilmes, Berisso, Ensenada, Magdalena Tigre e San Fernando, que desde a quarta-feira à tarde começaram a ser retirados de suas casas por conta da cheia do rio.

O Serviço Meteorológico Nacional emitiu um alerta meteorológico para toda a região ribeirinha de Buenos Aires por ventos de até 70 km/h, enquanto estão previstas chuvas para os próximos três dias.

A Defesa Civil recorreu a botes infláveis para chegar às regiões inundadas, na maioria bairros ribeirinhos onde predominam construções precárias.

No rio da Prata, cuja cota tem em média 1,5 metro, alcançou 3,7 metros no pico da cheia que ocorreu na madrugada desta quinta-feira, a maior dos últimos 20 anos.