Como foi alertado neste blog na última postagem, a situação do ASA passou a requerer cuidados especiais da diretoria alvinegra, ao contrário das recomendações sobre entrevistas com jogadores e técnico antes e depois dos jogos do clube, determinadas intempestivamente pela direção do clube. Aliás, recomendações totalmente desnecessárias e que deveriam, sim, afixadas nas dependências do clube.
Mas, vamos lá. Advertimos que o ASA não pode andar perdendo pontos sucessivamente. Afinal, são três jogos sem pontuar e, por conta disso, o time está mais para entrar na zona de degola que para se manter “na luta para permanecer na competição”, como disse o técnico Vica após a derrota para o Paraná. Aliás, o técnico “descobriu” que o elenco alvinegro é reduzido após nada menos do que 17 rodadas.
A derrota por 1x0 para o América de Natal não estava nos planos pelo fato de o time potiguar estar entre os últimos colocados e ainda não ter, até aquela ocasião, vencido em casa. Mas o resultadom mostrou que muita coisa tem que mudar no representante de Alagoas, que agora vai enfrentar o Duque de Caxias em casa. E não será um jogo fácil. O time fluminense já mostrou que sabe aprontar quando atua fora do seu reduto.
É hora, portanto, da direção do ASA revisar seus planos quando o campeonato entra praticamente na fase mais importante, justamente no momento que começa a contagem regressiva, a partir do jogo contra a Ponte Preta, que acontecerá logo após o duelo com o Duque de Caxias.
Não adiante desculpas esfarrapadas. O ASA subiu com a missão de bem representar o Estado e de lutar por uma boa posição. Mas do jeito que vai, corre o risco de brigar para não retornar à Série C.
O sinal vermelho está ligado.
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O CRB está se preparando com muita cautela para enfrentar o Alecrim no próximo domingo. Tem feito até treino secreto. O perigo é que o time vai entrar em campo improvisado na defesa devido a dispensa do zagueiro e ex-capitão Toninho, que foi acusado de liderar a greve dos jogadores na semana passada, que cobraram o justo e sagrado pagamento dos seus salários.
Este, sim, será o jogo de vida ou morte do Galo, pois até um empate pode representar o fim do sonho de retornar à Série B. É bom lembrar que o Alvirrubro da Praia foi beneficiado pelos resultados dos jogos realizados pelo seu grupo no último domingo. Mas é bom ressaltar, também, que a distância dos seus seguidores é ínfima.
Como joga em casa – e aí corre o perigo, pois o Galo tem mania de decepcionar no Trapichão – a obrigação é vencer, pois por certo não faltará o apoio do seu torcedor, que há muito não tinha um motivo tão importante para ver seu time do coração jogar.
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O Sampaio Correia mudou de técnico às vésperas de iniciar o mata-mata com o CSA. Trocou o alagoano Arnaldo Lira por Flávio Campos. Os dois jogos entre alagoanos e maranhenses, que tem início neste domingo, em São Luiz, serão uma verdadeira guerra.