O CRB acaba de demitir o técnico Freitas e contrata o novato Édson Ferreira, que já foi jogador do clube e recentemente sagrou-se campeão alagoano no comando do Murici.
Na Pajuçara tem sido assim. As mudanças constantes de técnico visam dar uma resposta aos apelos da torcida e é uma forma de tentar esconder os constantes erros da diretoria.
Édson será o quinto técnico do CRB na temporada. É muito técnico em apenas oito meses. O primeiro foi Paulo Roberto, que foi substituído durante o Campeonato Alagoano pelo desconhecido Amauri Knevitz. Em seguida veio o falastrão Celso Teixeira. E até esta quarta-feira, após o fiasco diante do fraco Botafogo da Paraíba, o técnico era Freitas Nascimento.
No início do ano, Paulo Roberto assumiu o time com a missão de formar uma base durante o Campeonato Alagoano visando à disputa da Série C. Fracassou. Kinevitz nem esquentou o banco. E nem disse para que veio. Com a chegada do falastrão Celso Teixeira, mudou tudo. Freitas também fez alterações no elenco. Agora a missão de reestruturar o time fica a cargo de Édson. Uma tarefa nada fácil, tendo em vista as limitações do elenco do Galo.
O novo comandante assume o CRB numa situação difícil. Ameaçado até de rebaixamento na Série C, faz uma campanha medíocre na Copa do Nordeste após um início até animador. Neste domingo, o time tem um jogo de vida ou morte contra o Campinense, no interior paraibano. É a segunda “decisão”. Na primeira, perdeu de 3x2 para o Alecrim. Nova derrota vai acender o sinal vermelho.
Resta esperar que essa nova mudança dê certo, já que o troca-troca constante de diretores não tem dado um rumo correto ao time da Pajuçara.
E mais uma vez o ano tende a ser de decepção para o torcedor regatiano.