A polícia prendeu cinco pessoas acusadas de atrapalharem as investigações sobre a morte do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral José Guilherme Villela. Entre os detidos, está Adriana Villela, filha do magistrado.

Villela, sua mulher, Maria Carvalho Villela, e a empregada, Francisca Nascimento da Silva, foram encontrados mortos dentro do apartamento da família na Asa Sul, em Brasília, no final de agosto de 2009. Eles foram esfaqueados e tiveram os corpos esquartejados.

Os corpos foram encontrados nos apartamentos 601 e 602 do edifício Leme, depois que um chaveiro foi chamado para abrir as portas do imóvel, pois não havia sinais de arrombamento.

Segundo o laudo do Instituto de Criminalística, pelo menos duas pessoas entraram nos imóveis, e as vítimas foram mortas com 73 facadas. Os criminosos fugiram com US$ 700 mil em espécie e ao menos 12 joias - entre elas uma avaliada em US$ 28 mil.

Os pedidos de prisão preventiva, que tem duração de 30 dias, foram feitos pela polícia para melhorar o andamento das investigações.