“Se o presidente da Federação Alagoana de Futebol (FAF), Gustavo Feijó é doido, eu sou mais do que ele e não vou ceder às pressões que estão sendo impondo ao CSA”, foi com essas palavras que o presidente do CSA, Jorge VI, deixou claro que não existe um clima amigável entre as duas instituições.
Segundo Jorge VI, o presidente da FAF enviou um oficio ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), denunciando que o time azulino não tinha repassado os valores corretos a justiça do trabalho, ao ponto do time ser notificado através de um documento entregue por um oficial de justiça.
O presidente do CSA afirmou que todas as perseguições que estão acontecendo é porque a direção maruja começou a gerenciar as confecções dos ingressos. “Isso só está acontecendo porque nós tiramos deles a fabricação dos ingressos. Agora se ele começar a perseguir o CSA, eu vou até o Ministério Público Estadual e denuncio algumas situações da Federação Alagoana de Futebol ai eu quero ver quem é que vai se prejudicar, até porque eu não ando fazendo nada errado” disparou Jorge VI.
“Eu tenho certeza que a minha vida é limpa. Agora eu quero ver quem pode sair algemado dessa história”, emendou.
O cartola azulino disse que enquanto estiver à frente da direção do CSA, ele não vai compactuar com algumas “parceiras” que são formadas devido a algumas imposições pela gestora do futebol alagoano.
Chateado com a situação de momento, o presidente azulino não se conteve e disse que essa discussão vai mais longe, porque a direção do CSA não vai aceitar perseguição de ninguém. “Persiga a minha pessoa, agora já mais queira prejudicar um trabalho que está sendo feito com muito sacrifício.
u nem vou concordar e nem vou ceder a essas imposições. Enquanto eu estiver no CSA a relação com a FAF vai ser apenas institucional e não como querem fazer. Não quero favores desse tipo!”, finalizou o presidente executivo do CSA.
