O candidato a deputado federal, José Pinto de Luna (PT), revelou - com exclusividade ao Cada Minuto – que foi vítima de um embuste, uma cilada política. Ele conta que uma manobra retirou de forma prematura a sua emergente candidatura ao Senado. Isso implica diretamente à sua ausência no palanque da majoritária.
Fato que dificulta ainda mais a assimilação de seu nome, em busca de uma vaga na Câmara Federal. O ex-superintendente da Polícia Federal revela que a situação se agrava por manter uma estratégia de campanha ‘franciscana’. “Estamos ganhando às ruas humildemente, distribuindo cartões e sem nenhum carro de som nas ruas”, explicou.
Mas esclarece que não há resistência, do eleitorado, por causa da chapa que está vinculado. “Nós estamos na mesma coligação. Mas a nossa doutrina, o nosso perfil é totalmente diferente. Nós estamos na mesma coligação por força da majoritária”, explicou o candidato. Ele encara a sua candidatura como um vôo solo. “Não posso ficar esperando por eles. Até porque não tenho os mesmos recursos financeiros”, declara.
Se eleito, José Pinto de Luna promete alavancar a imagem da Câmara Federal. “Nós vamos elevar a nossa bancada do baixo clero para o alto clero. Sem desmerecer nenhum de nossos representantes, que estão em mandatos”, salienta.
O ex-superintendente da PF deixa claro que não desistiu do Senado. “Tenho que fortalecer a base. Porque sendo senador, seria muito melhor e mais significativo para Alagoas”, conclui o candidato.
