O sindicato dos Trabalhadores do Lifal acompanhou a sessão da Assembleia Legislativa do Estado (ALE) de Alagoas. Representado por Paulo Roberto Santos, a categoria defende não só o acréscimo de R$ 3 milhões no orçamento do Laboratório, mas, a revisão da estratégia de ação do órgão.
De acordo com o sindicalista, é preciso que o Lifal não produza apenas três tipos de medicamento. “É preciso repensar os 28 modelos que estamos aptos a desenvolver”, disparou Paulo Roberto. Como argumento, ele destaca que, atualmente, o estado possui poucos clientes e deixa de lado os 102 municípios – que poderiam consumir estes medicamentos.
“Hoje, apenas o Ministério da Saúde, o Estado de Minas Gerais e poucos estados da federação, compram o nosso produto”, fundamenta o representante dos trabalhadores. Para isso Paulo Roberto destaca que é preciso que haja uma interação maior da direção do Lifal com o setor trabalhista.
É que o sindicato tem um canal aberto com os servidores, mas, quando fala na direção do órgão: “casamento é mantido em processo de litígio”, conclui o sindicalista.
