As provas técnicas incluídas pela Polícia Civil de Minas Gerais no inquérito que indiciou o goleiro Bruno de Souza e outros oito adultos pelo desaparecimento e morte de Eliza Samudio, 25 anos, ex-amante do atleta, destacaram os registros feitos pelas antenas de telefonia celular. Segundo o relatório, o sistema de telefonia registrou trajetos que coincidem com o deslocamento de Eliza do Rio de Janeiro a Minas Gerais e com a ida dela do sítio de Bruno até a casa do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, onde a polícia acredita que ela foi executada.
A polícia afirma, também, que a quebra do sigilo telefônico dos suspeitos coincide com os depoimentos prestados e demonstram a ligação entre eles. Os dados do sistema de localização GPS da Range Rover, de propriedade de Bruno e conduzida por Luiz Henrique Romão, o Macarrão, também reforçam as versões apresentadas em depoimentos. O sangue encontrado no carro é de Eliza Samudio, assim como um par de sandálias e óculos escuros.