A comerciante Maria Celeste Cachate da Silva esteve ontem na sede do Tribunal de Justiça junto a presidente Elizabeth Carvalho onde foi informada que o julgamento dos responsáveis pela morte de seu neto, João Francisco Simões de Azevedo, jogador de futebol irão a júri popular.

O crime , que aconteceu exatamente a quatro anos atrás em um bar localizado em União dos Palmares e João Francisco, na época com 21 anos foi morto junto com Fábio de Lima Silva, de 24 anos de idade.

O assassinato chocou a população pois foi cometido com requintes de crueldade, eles teriam sido assassinados a tiros e a facadas, sendo que João Francisco teve seus olhos arrancados.

O inquérito apontou as irmãs Ivonete Maria Lopes e Luciana Dantas da Silva, conhecidas como Vânia e Lúcia “Dantas”, e Augusto Dantas da Silva, como autores intelectuais do duplo homicídio.

Já os executores seriam Cristiano Flor da Silva, o “Galego”, sobrinho das mandantes, Claudevan Cícero da Silva, o “Van”, além de Luís Carlos da Silva, o “Vigia”, e de Fábio Borges, que receberam cerca de R$ 8 mil para cometer o crime. Todos estão presos.

Durante a reunião as assessoras da desembargadora mostraram a Maria Celeste a publicação no Diário Oficial que faz a indicação da juíza Lorena Vasconcelos como a responsável pelo caso

A comerciante explicou que já estava cansando sobre a espera no processo e que ganhou forças com a indicação da juíza. “ Queremos ver este julgamento popular, precisamos disto” explicou ela.