O veto do Fluminense à liberação de Muricy provocou enorme debate sobre uma possível conotação política envolvendo o assunto. O presidente tricolor, Roberto Horcades, votou em Fábio Koff na eleição para presidência do Clube dos 13, enquanto Ricardo Teixeira apoiava Kléber Leite.
À época, o presidente da CBF deu a entender que a decisão de Horcades estava condicionada ao fato de ele ter deixado de ser seu paciente ¿ o dirigente tricolor é cardiologista.
Nesta sexta-feira, depois de Teixeira demonstrar otimismo no acerto, Horcades foi o primeiro a anunciar a decisão de que Muricy permaneceria nas Laranjeiras.
Pela Internet, torcedores do Fluminense revelavam o temor com possíveis manobras no restante da disputa do Campeonato Brasileiro.