O presidente da Federação Alagoana de Futebol (FAF), Gustavo Feijó, revelou que o embate foi grande para garantir o CSA no Campeonato Brasileiro da Série D, pois o Cabense de Pernambuco e o Sergipe queriam a única vaga que estava disponível até então, devido à desistência do Murici.

Segundo Gustavo Feijó, ele provou para os representantes da CBF que o motivo da saída do Murici foi devido à catástrofe que ocorreu no Estado, destruindo parcialmente a cidade de Murici.

Ao ser questionado se FAF tinha um peso maior que as demais federações, Gustavo Feijó rebateu categoricamente. “A Federação Alagoana de Futebol não tem peso maior do que ninguém. Apenas mostramos que a desistência do nosso filiado foi por causa de um fenômeno na natureza e não por se negar a participar. Então, nós entendemos que a vaga é do Estado”, assegurou o presidente.

Feijó disse ainda que além de garantir o CSA, também ficou claro que o time do Murici não terá punição nenhuma, ou seja, joga normal a Copa do Brasil e as demais competições da CBF, em caso de conquista de vaga.

2º Divisão do Alagoano

Já em relação à Segunda Divisão do Campeonato do Alagoano, Gustavo Feijó disse que todas as providências estão sendo tomas pela FAF para que seja uma competição diferentemente da última realizada no Estado.

Além da busca de patrocinadores e o apoio da TV Pajuçara para transmissão do campeonato Alagoano, os organizadores do certame estão estudando a possibilidade de um remanejamento na tabela da competição.

De acordo com a FAF, a estreia do CSA contra o Capelense no alagoano, no dia 22 de agosto, coincide com a data da última partida da primeira fase da Série D, contra o Santa Cruz, no Rei Pelé. “Estamos atentos a estas datas e nosso pessoal de apoio já começara a fazer os estudos do remanejamento desses jogos”, finalizou Gustao Feijó.