Ao contrário da corrida para a Câmara Federal que tem cinco coligações concorrendo com todos os partidos as eleições para a Assembléia Legislativa tem nuances próprias, várias sub-coligações foram montadas dentro das grandes coligações o que torna a disputa mais complicada.

Assim como fez para os candidatos a deputados federais o Cadaminuto faz uma pequena análise do que o alagoano pode esperar para a formação da sua próxima Assembleia Legislativa.

A Coligação de Ronaldo Lessa tem duas chapas, na primeira estão inclusos o PDT, PMDB,PR, PC do B, PRB , PSDC e PT do B e a tendência é que oito ou nove deputados estaduais saiam desta composição.

O problema é que grandes nomes estão postos como: Sergio Toledo, Isnaldo Bulhões, Jota Cavalcante, Antonio Albuquerque, Ricardo Nezinho, Alves Correia, Carlos Cavalcante, Renan Filho (Ou Olavo Calheiros), Flavia Cavalcante são deputados e seriam os favoritos para estas prováveis vagas, mas um outro grupo da mesma coligação pode modificar esta composição, nele estão, Rosinha da Adefal, Luiz Dantas, Tarciso Freire e Rosiana Beltrão.

Um detalhe é a entrada de Nivaldo Neto,filho de Antonio Albuquerque e que substituiria o atual deputado cão a Ficha Limpa apresenta alguma surpresa.

Já a segunda coligação do grupo é que o PT encabeça sozinho, o partido fala em três vagas, mas dificilmente fará mais de dois , são os mais fortes candidatos, Judson Cabral,Ronaldo do INSS, Marquinhos Madeira, Patricia Sampaio, sendo que Ailton Avlis pode ser uma surpresa.

Na coligação do governador Teotônio Vilela também existe uma subdivisão, de um lado o PPS,que vem com Marcos Barbosa, França Moura, Silvano Barbosa e Regis Cavalcante e deve fazer um ou até dois deputados.

Já a chapa grande conta com grandes nomes como Edval Gaia (PSDB), Fernando Toledo (PSDB), Gilvan Barros (PSDB), Inácio Loyola (PSDB), Joãozinho Pereira Filho (PSDB), Jeferson Moraes (DEM), João Luiz (DEM), Alberto Sexta-Feira (PSB), Kátia Born (PSB), Marcos Ferreira (PSDB), Nelito Gomes de Barros (PSDB), Temóteo Correia (DEM), Tereza Nelma (PSB) e Thaise Guedes (PSC), a intenção é fazer 13, mas especialistas acreditam em no máximo 10.

No chapão de Collor a intenção é fazer quatro candidatos, os mais fortes nesta disputa são Dino Filho (PMN), José Maria Tenório (PMN), Dudu Holanda (PMN), Marcelo Gouveia (PRB), Cícero Ferro (PMN), Marcelo Victor (PTB), Maurício Tavares (PTB).

João Beltrão e seu PRTB se juntou ao PV e ao PTN e tenta ter a sua vaga e a de mais um que poderia ser o ex-prefeito de Pão de Açucar Cacalo.

Já o PSOL tenta chegar a difícil marca de 60 mil votos e fazer um candidato, conta para isto com o voto de legenda e três candidatos mais fortes, Mendonça Neto, Ricardo Barbosa,Marcio Guedes buscar esta difícil marca.

O PCB dificilmente conseguirá eleger alguém.