A maternidade do centro de saúde do distrito de Mayange não é nada pomposa.
Não tem água corrente e a sala de parto não passa de dois bancos acolchoados com estribos.
Mas a tinta azul nas paredes é razoavelmente fresca, e as camas da sala de trabalho de parto possuem mosquiteiros.
No interior, três gerações da família Yankulije relaxam em uma cama: Rachel, de 53 anos, sua filha Chantal Mujawimana, de 22, e o bebê de Chantal, ainda novo demais para ter nome.
O pequeno príncipe é o primeiro de sua linhagem a nascer numa clínica, e não num chão de terra batida. Mas ele não é o primeiro com plano de saúde. Sua mãe e sua avó possuem um, o que explica o fato de ele ter nascido aqui.
Ruanda já tem um seguro-saúde nacional há 11 anos; 92% das pessoas do país estão cobertas, e as taxas são de dois dólares por ano.