Por onde anda Joni Menoni? O ex-atleta do CSA atualmente é operador de trens do metrô de São Paulo. Há 17 anos, uma séria lesão o tirou dos gramados. O camisa 8, acumula memórias: Mogi Mirim, Santo André, dentre tantos outros.
Mas é com a verde-amarela que o ex-meio-campista se emociona, principalmente, nesta época de Copa do Mundo. Por já ter defendido a seleção brasileira infanto-juvenil, Menoni sabe a grandiosidade de seu feito e sofre com o seu atual trabalho. “Sofro bastante por não poder acompanhar os jogos. Por ter sido jogador profissional, o fato de estar fora do campo já é difícil. Imagina sem poder assistir aos jogos? A gente tenta se conformar, mas é difícil”, lamenta o ex-CSA.
Em alguns momentos, tudo parece uma tortura. Sempre tem algo que o faz lembrar seus tempos áureos da carreira e o faça alimentar sua paixão pela seleção. “As cores verde e amarela das estações da Linha 2 lembram a bandeira. Dói bastante, porque a gente quer muito que o Brasil ganhe”.
Na maioria dos jogos desta Copa do Mundo, o operador de trens terá que contar com o Centro de Controle de Operações do Metrô para saber quando a seleção marca gols. “Quando a situação está tranquila, eles passam um aviso pelo rádio”, afirma, esperançoso.
