Uma assembleia dos funcionários em greve da USP (Universidade de São Paulo) aprovou, nesta terça-feira (8), manter a ocupação do prédio da reitoria por tempo indeterminado. A proposta passou por unanimidade, segundo Magno de Carvalho, diretor do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP).
- Se o reitor [João Grandino Rodas] retomar o pagamento dos trabalhadores [grevistas], a reitoria pode ser desocupada. Caso haja negociação neste sentido, podemos deixar o prédio, mas a greve deve continuar.
A votação começou por volta de 13h30, após duas horas de discussão dentro do edifício, localizado no campus Butantã, na zona oeste de São Paulo. Cerca de 40 manifestantes permanecem ocupando o local. O diretor do Sintusp afirma que os manifestantes isolaram as salas com computadores e equipamentos eletrônicos, para evitar danos e furtos durante a ocupação.
- Ainda vai ser preciso montar estrutura, formar comissões para garantir a alimentação e a segurança de todos no prédio ocupado.
O deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL-SP) esteve no edifício ocupado e manifestou apoio aos sindicalistas. Ele considera que o corte de salário dos funcionários em greve foi uma atitude ilegal da parte da reitoria da USP, porque a paralisação não foi julgada ainda pela Justiça do Trabalho.
Procurada pelo R7, a assessoria de imprensa da USP não quis se manifestar sobre a ocupação.
Uma assembleia dos funcionários em greve da USP (Universidade de São Paulo) aprovou, nesta terça-feira (8), manter a ocupação do prédio da reitoria por tempo indeterminado. A proposta passou por unanimidade, segundo Magno de Carvalho, diretor do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP).
- Se o reitor [João Grandino Rodas] retomar o pagamento dos trabalhadores [grevistas], a reitoria pode ser desocupada. Caso haja negociação neste sentido, podemos deixar o prédio, mas a greve deve continuar.
A votação começou por volta de 13h30, após duas horas de discussão dentro do edifício, localizado no campus Butantã, na zona oeste de São Paulo. Cerca de 40 manifestantes permanecem ocupando o local. O diretor do Sintusp afirma que os manifestantes isolaram as salas com computadores e equipamentos eletrônicos, para evitar danos e furtos durante a ocupação.
- Ainda vai ser preciso montar estrutura, formar comissões para garantir a alimentação e a segurança de todos no prédio ocupado.
O deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL-SP) esteve no edifício ocupado e manifestou apoio aos sindicalistas. Ele considera que o corte de salário dos funcionários em greve foi uma atitude ilegal da parte da reitoria da USP, porque a paralisação não foi julgada ainda pela Justiça do Trabalho.
Procurada pelo R7, a assessoria de imprensa da USP não quis se manifestar sobre a ocupação.
Enquanto uma reunião era realizada na entrada principal da reitoria, às 10h desta terça, um grupo de estudantes entrou pela parte de trás do edifício e chegou à garagem, onde ocorreu a ocupação. Janelas foram quebradas por manifestantes com marretas e pés de cabra.
O ex-diretor do Sintusp Claudionor Brandão participou do ato. Ele disse que a ocupação ocorreu devido ao corte de salário dos funcionários.
- Isso não é vandalismo, perto do que a reitoria já fez [com os trabalhadores].